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[ traços ]

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- por fim era isso. lamentamos, como lamentamos, teimosamente ficamos lamentando pra gente mesmo, não fala alto, não berra, não denuncia, aquela velha maneira de pensar que todo mundo pode traduzir, fuçar no peito alheio, eu mais evitei, mais desconversei do que tudo, ando vivendo em negação, sou essas que perdoa milhões de vezes erros imensos, mas fica ali naquela eterna camaradagem, amar não é tão grandioso assim como todos adoram afirmar. amar as vezes é uma merda. Capitu 

[ das saídas doloridas]

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- eu sinto que perdi laços enormes de mim, perdi fatos meus só meus, eu me perdi em caminhos escuros, me perdi em gente mesquinha, me perdi e quando perdas assim se concretizam, não há como resgatar, pois não se sabe mais chegar no lugar perdido!  E mesmo que desse e mesmo que fosse possível quem sou eu hoje pra buscar o que se perdeu?! Nunca foi tão dolorido cortar essas amarras, veja você espelho, eu que sempre digo que sou tão dona de mim, nem ando mais com minhas pernas desobedientes, eu que bebo em bares falidos deixando ciganas velhas e aposentadas lerem sortes erradas, não tenho nem me olhado em você, ando com respostas certeiras, ando com urgência em colocar minha vida na ordem de mim! E por favor, não me deixe desviar, por favor, não me deixe cegar por mais ninguém, por favor não me deixe sair de mim! Capitu. 

Série, portas abertas

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I Não há mal olhado pra quem nós queremos de corpo nu Não há mal me quer pra quem me quer bem... II Ele tem um corpo, não é malhado, cansei de corpo novo Corpo com história me faz transar as claras, corpo que tem história da liberdade, da confiança, corpo com história não tem rapidez em Escrever no meu corpo. III Não há quem eu queira mais tocando meu rosto, virando do lado Puxando coberta do que ele.  Somos íntimos, amigos, amantes Comedores de almas. Da moça bonita